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sexta-feira, 1 de abril de 2022

Look de supermercado


Lá estava eu certo dia indo ao supermercado. 

Coloquei uma camisa, um short, um tênis. 

Amarrei o cabelo. 

Tirei uma foto para registrar. 

E fui. 

:)


Débora

sexta-feira, 25 de março de 2022

A foto do concurso que eu não ganhei

    Faz algumas semanas que a Tutu Sapatilhas lançou um concurso no instagram. Para participar era preciso tirar uma foto com a sua Tutu, marcar a Tutu Sapatilhas no instagram e usar a hashtag #vaidetutu.

    As fotos que estivessem entre as três finalistas iriam ganhar uma Tutu. *.*

    Tratei logo de participar do concurso. Pedi ajuda ao meu irmão e consegui uma foto bem legal, que na minha opinião tinha muito potencial para concorrer. Fiquei imaginando que Tutu iria escolher se ganhasse, olhei os vários modelos disponíveis e escolhi um (foi difícil escolher só um).

    Comecei a lembrar de como conheci a Tutu Sapatilhas, da primeira vez (e única até agora) que fui a Curitiba, da emoção que foi entrar na loja e poder finalmente comprar uma Tutu para chamar de minha. Engraçado como participar desse concurso da Tutu me trouxe uma série lembranças boas...

    Os dias foram passando e a ansiedade para saber o resultado estava só aumentando. Enfim, saiu! Foram escolhidas 5 fotos lindas e a minha não estava entre elas. Fiquei um pouco decepcionada. Achei minha foto tão bonita! Mas tudo bem. Acho que vou ser obrigada a voltar a Curitiba para trazer uma Tutu nova. (hehehe)

    De qualquer forma vou deixar minha foto guardada aqui no blog também. Apreciem! =]



Débora

sexta-feira, 18 de março de 2022

Nuestra Canción - Monsieur Periné

    Existem músicas que basta ouvir uma vez ou ouvir apenas um pedacinho para gostar dela. Foi assim para mim com a música Nuestra Canción. Que música mais agradável de se ouvir! 

    Não se se você já conhece ou não mas te convido a apertar o play e cantar comigo Nuestra Canción.




Nuestra Canción - Monsieur Periné


Te dije adiós

Llegaste tarde para despedirnos

Y si el destino apresurado quiso herirnos

Yo descubrí una solución para el dolor

Hice la canción


Que me pedías cuando aún no te quería

Y prometiste enamorarme algún día

Mientras reías, el Sol acarició mi corazón


Con flores te llevaste mi tristeza

Con colores dibujaste la nobleza de la mano

A tu lado creció nuestra ilusión


A ciegas

Nos entregamos, aunque muchos se opusieran

Disimulamos nuestro amor

Nos inventamos en cada rincón nuestra canción


No fue el adiós

Suficiente para despedirnos

Y si el destino no lograba predecirlo

Tú me enseñaste una solución para el dolor


Fue lá canción

Que te pedía cuando aún no me querías

Cuando era todo pura fantasía

¿Quién lo diría? El Sol hizo brillar

Tu corazón


Con flores recordaba tu belleza

Con colores te tomaba por sorpresa de la mano

A tu lado creció nuestra ilusión


A ciegas

Nos entregamos, aunque muchos se opusieran

Disimulamos nuestro amor nos inventamos en cada rincón

Nuestra canción


Dile a la jardinera que traigo flores

Dile a la jardinera que traigo amor

Dile a la jardinera que traigo flores

Dile a la jardinera que traigo amor

Con flores te llevaste mi tristeza

Con colores dibujaste la nobleza de la mano

A tu lado creció nuestra ilusión


A ciegas 

Nos entregamos, aunque muchos se opusieran

Disimulamos nuestro amor

Nos inventamos en cada rincón nuestra canción


Débora

sexta-feira, 11 de março de 2022

Um J solto

    Dudu, com seus 5Kg, quis comer ração sentado em cima do computador. Atendi ao seu pedido, não o expulsei de cima do computador. 

    Ele comeu sua ração e quando terminou saiu para fazer outra coisa. Depois deste dia descobri que tecla J do teclado saiu. Por sorte ainda consigo usar o J, apesar da tecla ficar saindo do lugar toda vez que eu clico.



    Acho que não foi uma ideia tão boa assim deixar ele ficar sentado em cima do computador.


Dudu com cara de que não fez nada de errado.


    E eu ainda fico achando bonitinho ele ter conseguido estragar a tecla do teclado. Tcs tcs! Até quando ele faz algo errado eu fico achando bonitinho. 


Débora

sexta-feira, 4 de março de 2022

Peguei a tesoura e cortei meu cabelo


    Estava agoniada com o tamanho do meu cabelo. A cada dia a vontade de cortar só aumentava. Então, num dia qualquer e sem grande cerimônia eu peguei a tesoura e cortei meu cabelo.

    Já havia cortado meu cabelo antes. A pandemia me permitiu arriscar a cortar o cabelo sozinha. Na primeira vez que fiz isso vi alguns vídeos na internet, fui para a frente do espelho e cortei. E gostei do resultado! Por sorte, tenho um cabelo que não precisa ficar 100% certinho na hora do corte.

    Desta vez foi diferente. Não vi vídeo nenhum e nem fui para a frente do espelho com a tesoura. Simplesmente cortei meio que às cegas, vendo mais ou menos um reflexo no box do banheiro e com uma tesoura que é meio cega.

    Sinceramente, não estou bem certa se gostei ou não do resultado. Se por um lado é um alívio ter tirado alguns dedos de cabelo, por outro fiquei com o cabelo meio desigual. Visivelmente desigual, digamos. 

    Tenho uma mecha que ficou mais curta de um lado do que do outro. Culpa da tesoura meio cega. Nada que me cause grandes preocupações. Somente uma vontade de cortar novamente o cabelo para "arrumar o erro". De preferência me olhando no espelho desta vez. (hehehe)

    E você, fez alguma coisa nova na pandemia? Alguma loucurinha tipo cortar o cabelo sozinha(o)?


Débora

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2022

Menina Má - William March


    Deveria ter lido este livro em 2017. Estava na minha lista de livros a serem lidos naquele ano. Só que acabei não lendo. Então o livro ficou guardado esperando seu momento de ser lido. 



    No final do ano passado comecei minha leitura. Fazia um tempo que eu não lia nenhum livro e fazia mais tempo ainda que eu não lia livros físicos. Foi até um pouco difícil voltar a criar uma rotina de leitura mas Menina Má é tão envolvente que depois do primeiro evento (da primeira morte, para ser mais clara) não consegui mais parar de ler. 



    A sensação era de estar assistindo a um filme de suspense e quanto mais eu lia mais eu queria saber sobre como seria o desenrolar daquela história. Para quem não conhece, Menina Má é um livro que aborda a questão da psicopatia infantil. E faz o leitor levantar questionamentos como, por exemplo: Se a maldade é algo hereditário ou não? Se já nascemos com uma semente do mal? Se é uma interferência do meio? 



    No livro ficamos diante do conflito de uma mãe que começa a observar comportamentos estranhos na filha. Apesar de sua filha Rhoda ser muito educada e muito comportada, Christine a considera uma criança diferente das outras. Muitas vezes achando estranho a falta de empatia dela. E ao tentar entender mais sobre Rhoda ela acaba descobrindo coisas sobre o seu próprio passado. Sem saber como lidar com aquela situação, Christine se isola de todos ao seu redor. 



    Para mim, a leitura foi uma mistura de aflição e curiosidade. É assustador pensar em como uma criança pode ser tão fria. Enfim, gostei muito do livro. Não é à toa que fez tanto sucesso. Agora vou partir para a minha próxima leitura mas eu gostaria saber de você. Já leu Menina Má? Se sim, o que achou? 


Beijinhos e até a próxima.  


Débora

sexta-feira, 21 de janeiro de 2022

Poema do Gato


    Foi procurando  por bordados em roupa feito à mão que encontrei um lindo poema sobre gato. O poema foi escrito pelo poeta português António Gedeão. Espero que gostem tanto da leitura quanto eu gostei.


Poema do Gato


Quem há de abrir a porta ao gato quando eu morrer?


Sempre que pode

foge pra rua,

cheira o passeio

e volta  atrás,

mas ao defrontar-se com a porta fechada

(pobre do gato!)

mia com raiva

desesperada.

Deixo-o sofrer

que o sofrimento tem sua paga,

e ele bem sabe.


Quando abro a porta corre pra mim

como acorre a mulher aos braços do amante.

Pego-lhe ao colo e acaricio-o

num gesto lento,

vagarosamente,

do alto da cabeça até o fim da cauda.

Ele olha-me e sorri, com os bigodes eróticos,

olhos semi-cerrados, em êxtase,

ronronando.


Repito a festa,

vagarosamente,

do alto da cabeça até ao fim da cauda.

Ele aperta as maxilas,

cerra os olhos,

abre as narinas,

e rosna.

Rosna, deliquescente,

abraça-me

e adormece.


Eu não tenho gato, mas se o tivesse

quem lhe abriria a porta quando eu morresse?


António Gedeão